Osmário Santos - Perfil

09/10/2012, 16:44

Osmário Santos é bacharel em Comunicação Social, habilitação Jornalismo, pelas Faculdades Integradas Tiradentes e pós-graduado "Lato Sensu", especialização em Jornalismo Político e Econômico, pela Universidade Tiradentes. O fascínio pelo jornalismo começou ainda menino, estudante do Colégio Salvador, quando foi com os colegas de turma conhecer a redação do Diário de Aracaju, órgão integrante dos Diários Associados. A empolgaçãofoi tanta, que chegou a convidar o então diretor do jornal, Raimundo Luiz a fazer palestra no próprio colégio enfocando o tema Jornalismo. Daí por diante começa a fazer o jornal mural do grêmio estudantil do colégio.

No final da década de 60, funda o jornal "Capacidade" que passou a ser dirigido pelo poeta Danilo Sampaio e participação mais efetiva de dois jovens entusiastas pela imprensa, Aderbal Corumba e Antônio Menezes Barbosa. A serviço da cultura sergipana, o jornal circulava mensalmente e tinha como público alvo os assíduos freqüentadores da Galeria de Arte Álvaro Santos em seu tempo áureo de inauguração. Embora mimeografado, era disputado pelos jovens e intelectuais da época, que marcavam presença diária na galeria que na época era o point das pessoas envolvidas com o movimento cultural da cidade. Os encontros aconteciam pela noite e eram marcados por bons papos e compra de livros, pela pequena, mas poderosa livraria que funcionava anexo a galeria, exclusivamente com lançamentos voltados para a área política e social e que tinha como proprietário Luís Antônio Barreto. Pleno período da Ditadura Militar e o jornal não se intimidava na publicação de poemas sociais e de cunho revolucionário.

Ainda jovem, fez estréia de programa de sociedade na Rádio Jornal. Nesta época registra a cobertura jornalística do concurso Miss Brasil realizado na cidade de Salvador, quando foi responsável pelos comentários do certame de beleza em transmissão pelo rádio ao lado dos radialistas Paulo Barbosa e Jairo Alves.

Com a inauguração da Rádio Atalaia AM, colabora no Programa Hora do Recreio com notícias da área estudantil. Dessa experiência tem oportunidade de fazer reportagem externa cobrindo a Feira dos Municípios.

Teve programa de sociedade nas rádios Liberdade AM e na antiga Difusora e ainda na juventude, assina coluna social aos domingos no Jornal do Comércio do Recife, que mantinha, na época, sucursal em Aracaju.

Com a compra de Nazário Pimentel do Jornal de Sergipe, faz estréia no novo jornal, com direito a página diária de sociedade, passando o período de um ano e meio.

Na Gazeta de Sergipe uma participação por dois períodos: no primeiro, assinando coluna social diária e no segundo, como editor do suplemento dominical " Gazetinha".

No Jornal da Cidade lança o caderno Atalaia que circulava aos sábados, No caderno assinava coluna de sociedade e era responsável pela editoria do caderno. Na sua equipe de trabalho, contava com a presença do jornalista Valdomiro Júnior como secretário de redação Valdomiro Júnior. Com mais um tempo o caderno deixa de circular e assina no JC coluna social aos domingos que tinha o espaço de uma página.

Se afasta do jornalismo por um período para se dedicar ao comércio, trabalhando ao lado seu pai, José dos Santos na loja Magazin dos Móveis. Desse tempo, uma participação ativa no Clube de Diretores Lojistas de Aracaju na condição de diretor social.

No Iate Clube de Aracaju emplacou uma movimentada programação na condição de diretor social, nas administrações Laonte Gama e Rodrigo Teixeira, promovendo inesquecíveis festas que contaram com as presenças das grandes estrelas da música nacional, a exemplo de Clara Nunes, Gal Costa, Luiz Gonzaga, Dominguinhos, Elba Ramalho, Bete Carvalho e tantos outros. Também no Iate Clube a revelação do seu lado de administrador quando assumiu na segunda administração de Laonte Gama a intendência do clube.

Passados alguns anos volta com mais garra no Jornal da Cidade, onde assume aos domingos uma página dedicada a memória de Sergipe. A idéia do trabalho de organizar a memória sergipana surgiu quando percebeu em pesquisa que realizou no Instituto Histórico e Geográfico de Sergipe, a disponibilidade de um único livro retratando a vida de personalidades de Sergipe do passado, o Dicionário Bibliográfico de Armindo Guaraná, mas com um detalhe: só apresentava cinco ou seis linhas revelando a vida dessas importantes pessoas.

Por conta do trabalho da organização da memória sergipana, logo nos primeiros passos se sente recompensado, por telegramas de congratulações que serviram de incentivo, enviados pelo Conselho de Cultura do Estado, Câmara de Vereadores, Assembléia Legislativa, Conselho de Educação e de muitos leitores.

Tem o trabalho reconhecido pela Fundação Augusto Franco, que solenemente, faz a entrega de uma placa em que registra o reconhecimento daquela Fundação, pelo trabalho que estava desenvolvendo para organizar a Memória do Estado.

Ainda no retorno ao Jornal da Cidade, pela circulação do jornal na segunda –feira, assume todo o caderno B do jornal onde assina reportagens especiais e organiza a agenda de eventos da cidade. Também editou no JC o suplemento especial "Qualidade Total".

Registra passagem por inúmeros jornais alternativos.

Recebe da Associação Sergipana de Imprensa, o Troféu Imprensa, na categoria jornalista do ano de 91. Também recebe da ASI Menção Honrosa pela participação no Prêmio de Reportagem Pascoal Maynard em 1992.

Passa pela Revista Aracaju Magazine durante o período de três anos assinando reportagens especiais .

No passado assinou coluna na Revista Alvorada.

Com a volta do Diário de Aracaju em outra fase, pela compra dos direitos DA marca do jornal, assume a coluna social do jornal.

Apresentou na Rádio Delmar FM- o programa jornalístico "Osmário Entre Linhas Eletrônicas" onde passa o período de um ano e meio. Do programa, a conquista do Prêmio Gato do Jornal Capital, como melhor programa do rádio em 97.

Em 1999, apresenta o mesmo programa na Jornal FM, porém, em vez dos quinze minutos tal como fazia na Delmar, faz uso de dois minutos apresentados de hora em hora na programação da emissora. Na TV Sergipe no período de sua fundação, foi o responsável pelas promoções das emissoras, quando lançou o 1º Festival de Músicas Carnavalescas do Canal 4. Também foi o primeiro cenógrafo da TV Sergipe.

Foi o idealizador do Clube do Povo, nome tirado da decoração de sua autoria em parceria com os artista Naelson Belém e Ribeiro.

Por dois anos consecutivos fez parte da comissão organizadora do carnaval sergipano.

Atuou como decorador, tendo assinado por dois anos consecutivos a decoração de natal da cidade de Aracaju nas administrações Valdir Brito e Cleovansóstenes Pereira de Aguiar. Também por dois anos assinou a decoração carnavalesca da cidade de Aracaju. Foi campeão de decoração de clubes no carnaval pelo Cotinguiba, Associação Atlética e Iate Clube.

Como aluno do Colégio Atheneu, na época de secundarista, ingressou na Arcádia após defender tese sobre Clodomir Silva, chegando a presidência da entidade cultural daquele colégio, oportunidade em que foi o responsável pelo lançamento do 1º Festival de Músicas Estudantil de Sergipe, que lançou valores a exemplo de Alcides, Tonho Baixinho, Irmão e Marcos Xulé, Neri entre outros.

No 1o Festival de Artes de São Cristóvão, conquistou com o filme Caranguejo, o 1 º lugar no Festival Nacional de Curta Metragem.

Na segunda administração de Jackson Barreto passou pela Secretaria de Comunicação do Município. Por inúmeras vezes acompanhou Jackson nas suas viagens semanais que fazia junto de Valadares nos primeiros passos de campanha para disputa de governador.

Na primeira campanha de Albano Franco para governador, assume a coordenação do setor de rádio jornalismo . Já na segunda também faz parte da campanha no mesmo setor mas sem a responsabilidade da coordenação.

Atualmente responde pela Assessoria de Comunicação Empresarial da Cehop.

Em termos de assessoria, além da Secretaria de Comunicação do Município, presença na Secom do Governo.

Foi assessor de Comunicação da Unit, da Associação Comercial de Sergipe, do Conselho Regional de Contabilidade e passagem pela Secretaria da Fazenda quando foi o primeiro editor do Jornal O Fazendário.

Foi diretor de marketing do Del Mar Hotel durante o período de um ano e três meses.

Também foi professor das disciplinas. Entrevista, Técnicas de Reportagem e Produção de Pequeno Meio do curso de Jornalismo da Universidade Tiradentes. Já fez inúmeras palestras sobre jornalismo nos colégios de Aracaju.

Tem dois filhos maravilhosos, incentivos permanente no trabalho: Linna Rosa Leite Santos e Paulo Ricardo Leite Santos.

Por dois anos estudou no curso superior de Administração pela então Faculdades Integradas Tiradentes, hoje Universidade Tiradentes.


Premiações:


-Placa de Mérito Cultural pela Fundação Augusto Franco em maio de 91

- Jornalista do Ano de 91 – pela Associação Sergipana de Imprensa

- Menção Honrosa – Prêmio Jornalista Pascoal Maynard –

Associação Sergipana de Imprensa- ano de 1991.

- Mérito Cultural da Funcaju em 1996.

- Troféu Clodomir Silva da Biblioteca Municipal Clodomir Silva


Troféu Destaque Cultural em 95 em evento organizado pelo ator Jorge Lins.


Troféu João de Barro – pelas reportagens especiais no Jornal de Cidade em evento organizado pelo jornalista João de Barros.


Troféu Gato – Jornal "O Capital" pelo melhor programa do rádio sergipano de 1997 categoria jornalismo.


Colunista do Ano de 2001 – Troféu da Associação Sergipana de Imprensa

- Prêmio Jornalista do Futuro – em evento organizado por Hilda Queiroz


Colunista do ano – 2000 - Prêmio Personalidade, evento organizado pela vereadora Rivanda Farias.


Troféu Lisboa - pela Prefeitura de Aracajuno no ano de 2001, premiação pelo reconhecimento do trabalho pelo carnaval sergipano.

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